......Felizmente, a ditadura da roupa certa acabou. Hoje, você pode ir a qualquer lugar com qualquer roupa, guardadas as medidas de bom senso. O que conta é a roupa estar voltada para você mesma do que para a ocasião, ou seja, você vestir aquilo com que se sente à vontade. A roupa certa é aquela com que você se identifica.
......Por essa identificação, você vai aos poucos criando um tipo. E é esse tipo, esse toque extremamente especial e único, que pode fazer de você um mulher elegante.
Para um casamento:
......É importante lembrar que não somos nós o bolo da noiva. E que se deve deixar a ela o brilho maior. Se o casamento for simples, ou de manhã, esqueça os bordados, os tecidos brilhantes, as jóias gritantes. Prefira um bonito linho, ou um seda clara. Se for à noite, e cerimonioso, escolha um tecido mais precioso, uma seda trabalhada, um tafetá, um moiré, um crepe. Dispense chapéu e arranjos de cabeça, a não ser que se sinta realmente à vontade com eles. E não faça de seu cabelos uma catedral. Maquilagem cuidada, porém discreta, uma bonita jóia ou bijuteria. É o quanto basta.
Para ir dançar:
......Esta pode ser a roupa mais criativa, mais divertida, mais brilhante e mais louca, pois, como a dança, ela é um jogo que empenha a fantasia. Mas que a deixe livre e solta. E que seja sexy. Lembre-se de que, mais que nunca, sapatos confortáveis são fundamentais.
Para um coquetel ou um jantar formal:
......Você pode usar o preto. Mas talvez seja mais divertido usar algo um pouco vistoso, um pouco brilhante, ousado. Afinal, coquetel no, Brasil, não acaba lá pelas 7 horas, como no resto do mundo - vai até as tantas da noite ou da madrugada. E, à noite, um brilho de estrela é mais que permitido.

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